Em carta encaminhada à Câmara Legislativa do Distrito Federal, o governador afastado José Roberto Arruda (sem partido) criticou a decisão dos deputados distritais de darem andamento ao processo de impeachment contra ele.
Arruda afirmou que Câmara não poderia votar a abertura de impeachment porque questiona no STF (Supremo Tribunal Federal) a decisão da Justiça local que determinou a posse de suplentes para substituir deputados suspeitos de participação no esquema de arrecadação e pagamento de propina da análise do processo.
Esse foi um dos argumentos utilizados na sexta-feira pelo governador para se recusar a assinar a notificação de abertura de impeachment contra ele --o que dá início à contagem do prazo de 20 dias para que Arruda apresente defesa no caso.
Leia mais (07/03/2010 - 15h00)